Programa federal de habitação popular, o Minha Casa, Minha Vida acirrou a disputa de construtoras por terrenos em periferias e fez até dobrar os preços em áreas no entorno de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília e Fortaleza. 
Segundo Daniel Ruman, presidente da construtora Bairro Novo (braço popular da Odebrecht), há três anos a empreiteira comprava terrenos nessas regiões a R$ 10 o metro quadrado. Hoje, eles não saem por menos de R$ 20 por metro quadrado.
"Não havia concorrência nem interesse por esses terrenos. Agora, existe", afirma.
Outras regiões se valorizaram ainda mais, diz, mas nem sequer são olhadas pela Bairro Novo. "Nosso modelo de negócio só é rentável se o preço dos terrenos for baixo, até esse limite [R$ 20 por m2]."
A Bairro Novo é a maior empreendedora do Minha Casa, Minha Vida, programa que concede subsídios para compra de imóvel para quem tem renda de até R$ 2.790 com condições facilitadas de financiamento pela Caixa Econômica Federal. A construtora só incorpora terrenos com, ao menos, 200 mil metros quadrados para a construção de 2.500 unidades, em média.
"Por isso temos de ir para regiões mais afastadas. Mesmo nas periferias do Rio e de São Paulo, não achamos nada desse tamanho nem pelo preço que queremos."
Segundo Rogério Chor, presidente da Ademi (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), os terrenos no subúrbio carioca já se valorizaram em 20% desde 2006, quando começou a retomada das construções na região. Em São Paulo, o preço dos imóveis prontos subiu, em média, 27% em dois anos.
As construções nas periferias e nas cidades do entorno das capitais, diz Chor, tiveram um primeiro impulso com a alta da renda --que fez renascer uma classe média baixa emergente-- e a ampliação do crédito imobiliário dos bancos privados. A tendência, porém, ganhou ainda mais fôlego com o Minha Casa, Minha Vida.
A julgar pelo avanço de 51% na concessão de crédito à habitação em abril, ainda há espaço para a expansão de lançamentos imobiliários e a consequente valorização.

Segundo Daniel Ruman, presidente da construtora Bairro Novo (braço popular da Odebrecht), há três anos a empreiteira comprava terrenos nessas regiões a R$ 10 o metro quadrado. Hoje, eles não saem por menos de R$ 20 por metro quadrado.
"Não havia concorrência nem interesse por esses terrenos. Agora, existe", afirma.
Outras regiões se valorizaram ainda mais, diz, mas nem sequer são olhadas pela Bairro Novo. "Nosso modelo de negócio só é rentável se o preço dos terrenos for baixo, até esse limite [R$ 20 por m2]."
A Bairro Novo é a maior empreendedora do Minha Casa, Minha Vida, programa que concede subsídios para compra de imóvel para quem tem renda de até R$ 2.790 com condições facilitadas de financiamento pela Caixa Econômica Federal. A construtora só incorpora terrenos com, ao menos, 200 mil metros quadrados para a construção de 2.500 unidades, em média.
"Por isso temos de ir para regiões mais afastadas. Mesmo nas periferias do Rio e de São Paulo, não achamos nada desse tamanho nem pelo preço que queremos."
Segundo Rogério Chor, presidente da Ademi (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), os terrenos no subúrbio carioca já se valorizaram em 20% desde 2006, quando começou a retomada das construções na região. Em São Paulo, o preço dos imóveis prontos subiu, em média, 27% em dois anos.
As construções nas periferias e nas cidades do entorno das capitais, diz Chor, tiveram um primeiro impulso com a alta da renda --que fez renascer uma classe média baixa emergente-- e a ampliação do crédito imobiliário dos bancos privados. A tendência, porém, ganhou ainda mais fôlego com o Minha Casa, Minha Vida.
A julgar pelo avanço de 51% na concessão de crédito à habitação em abril, ainda há espaço para a expansão de lançamentos imobiliários e a consequente valorização.
Fonte: Folha de S.Paulo

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