quarta-feira, 31 de março de 2010

Caixa recebe, desde quarta, documentos para liberar FGTS de consorciados

Desde a última quarta-feira, os consorciados da Caixa Consórcios já podem solicitar o saque do FGTS para quitar ou amortizar suas parcelas.
Antes de procurar as agências da Caixa, é bom que os clientes providenciem a documentação necessária para acelerar a liberação dos recursos. Também é importante verificar se tanto o cliente quanto o imóvel se enquadram nas exigências do Conselho Curador do FGTS - aconselha o diretor da empresa, Antonio Limone.
Um dos pré-requisitos para utilizar o fundo é ter a cota do consórcio contemplada, com o bem entregue. O imóvel deve ser residencial urbano e precisa estar registrado no Cartório de Registro de Imóveis competente, em nome do consorciado, e seu valor máximo de avaliação não pode exceder o limite de operação do Sistema Financeiro Habitacional (SFH) na data de aquisição do mesmo. Ou seja, quem tiver comprado imóvel a partir do dia 30/07/2002 tem o limite de avaliação em R$ 300 mil. De 28/01/2008 a 26/03/2009, o limite é de R$ 350 mil; a partir de então, o valor máximo é de R$ 500 mil.
Além disso, só estarão habilitados a solicitar o FGTS no sistema de consórcios de móveis os trabalhadores que:

a) Possuam três anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando-se os períodos trabalhados, consecutivos ou não, na mesma ou em diferentes empresas;

b) Não tenham financiamento ativo do SFH em qualquer parte do território nacional, na data de aquisição do imóvel;

c) Não sejam proprietários, promitentes compradores, usufrutuários ou cessionários de imóvel residencial urbano, concluído ou em construção, na data de aquisição do imóvel.

Segundo Limone, outra exigência importante é que o uso do FGTS só será liberado para o trabalhador que for o titular da cota do consórcio.
- Quer dizer que eu não posso usar o meu FGTS para quitar as parcelas do consórcio de um imóvel que está no nome do meu pai ou de outro parente - explica. O uso do FGTS também não é permitido se o imóvel já tiver sido financiado com recursos do fundo, há menos de três anos.

Fonte: Monitor Mercantil 30/03/2010

terça-feira, 30 de março de 2010

Veja os problemas que a água pode provocar na sua casa

Água é indispensável para nossa vida e também para nossas moradias. Sem esse escasso líquido, não seria possível construir nada. No entanto, o mau uso do recurso pode trazer problemas irreparáveis às construções, que têm uma relação de dependência e incompatibilidade com a água - assim como nós.
Segundo o engenheiro civil André Maia, a maioria dos problemas é provocada no início da construção. Esse período é decisivo para a saúde das edificações. No caso de uma reforma mal-feita, você pode minar estruturas usando materiais inadequados ou ignorando a impermeabilização de superfícies. Veja abaixo alguns dos principiais inimigos imobiliários.
INFILTRAÇÃO - Quando um imóvel não é impermeabilizado está sujeito a incidências de umidade. De acordo com o Maia, para evitar o acúmulo de água é necessário fazer uma drenagem no solo antes de iniciar a construção. Se essa técnica não for utilizada adequadamente, com o tempo é provável que haja formação de mofos, eflorescências e degradação de argamassa, assim gerando além de desconforto estético, problema respiratório e alergias.
“É importante a impermeabilizar o solo no momento da construção porque os materiais usados para levantar um imóvel, como por exemplo, concretos, tijolos, argamassas, entre outros, são porosos e por isso permitem a penetração da umidade”, conta Maia.
Caso o imóvel já esteja pronto e por conta de chuva abundante ou temperaturas frias de inverno acontecer prejuízo inesperado, já existem no mercado opções de impermeabilizantes para reparos imediatos e produtos adequados para cada tipo de problema.

VAZAMENTO - Normalmente acontece por má execução do projeto ou até a ausência de planejamento. É preciso testar a tubulação antes de fechar as paredes. Dessa forma o vazamento só vai acontecer por conta de agentes externos, como canos perfurados acidentalmente ou movimentação da estrutura. “É extremamente importante ter sempre em mãos esse projeto no caso de realizar alguma interferência na casa. É a melhor forma de saber onde é possível mexer “, diz Maia.

MOFO - Acontece pela má ventilação da casa ou pela infiltração de água nas paredes e solo. Para melhorar a circulação de ar na casa, o engenheiro sugere ter janelas de tamanho adequado. “Nos meus projetos coloco sempre duas janelas em paredes opostas para cruzar a ventilação. Por isso ressalto a importância de um projeto bem feito antes da obra começar”.

CAIXA D’ ÁGUA - O reservatório de água da residência deve ser instalado na laje de cobertura da casa. Mas antes de ser instalada, o engenheiro recomenda fazer uma impermeabilização do piso e colocar um ladrão de escape de água. “Assim você irá proteger o teto do andar de baixo caso haja vazamento de água.”
A limpeza é outro cuidado importante com a caixa d’ água. A falta de higienização pode trazer danos à saúde das pessoas que a utiliza. Se a lavagem não for feita no período correto, as sujidades podem contaminar a água e causar doenças. Isto porque, além da contaminação da água, insetos e roedores podem se proliferar dentro destes locais.
Para efetuar a limpeza o ideal é recorrer a um profissional qualificado. Ele saberá eliminar corretamente as impurezas e tomar os demais cuidados após a lavagem e, além disso, vai esvaziar de forma correta o reservatório para que não haja desperdício de água.

ENCHENTE - A ocorrência de enchentes é mais frequente em áreas mais ocupadas e sem vegetação, quando os sistemas de drenagem passam a ter menor eficiência. Na maioria das vezes é preciso da ajuda da Prefeitura para evitar esse tipo de problema. Em morros ou encostas, deve-se colocar comportas para dar vazão ao fluxo de água.

DENGUE - O principal cuidado para evitar a dengue é evitar o acúmulo de água parada em recipientes como vasos de plantas e garrafas. Nos pratos e pingadeiras de plantas, a água deve ser substituída por areia grossa. Sempre que chover é preciso eliminar eventuais poças. As calhas devem estar sempre limpas e sem pontos de acúmulo de água. Caso o imóvel tenha jardins, piscinas, caixa d`água exposta , ralos externos, marquises e canaletas de drenagem para a água da chuva, é preciso checar os componentes com freqüência, tomando atenção à limpeza de cada um.
As piscinas, por exemplo, quando utilizadas com frequência, exigem apenas tratamento adequado com cloro. Para uso eventual, o mais indicado é reduzir o volume de água o máximo possível e aplicar, semanalmente, cloro na dosagem adequada ao volume de água.
Fonte: ZAP

segunda-feira, 29 de março de 2010

84% iniciam a compra da casa própria online

As compras de imóveis pela internet são cada vez mais freqüentes. Tanto que o site Google constatou em um levantamento realizado com 605 compradores de imóveis residenciais do País, que 84% realizaram o sonho da casa própria pelo varejo on-line nos últimos seis meses e 16% estão procurando uma casa nos sites com intenção de comprar no momento.

De acordo com a pesquisa, dos 84% respondentes que adquiriram um imóvel pela internet, 51% compraram um imóvel novinho em folha e os demais (49%) uma casa usada. Os imóveis novos foram arrematados por 56% dos homens, relativamente mais jovem e com renda mensal entre 5 mil e 10 mil. Já a compra dos usados apresentou uma pequena predominância feminina (51%), público relativamente mais velho e um pouco menos afluente.

Hoje a Web é a principal fonte de informação para pesquisa e compra de imóveis residenciais (88%), enquanto os anúncios em jornais passaram a ocupar a segunda posição com 67%, imobiliárias e corretores correspondem a 54%, folhetos e panfletos representam 49% das pesquisas e estantes de vendas no local da construção 38%.

Três tipos de sites são os mais utilizados por compradores de imóveis: sites de imobiliárias são usados por 57% dos respondentes, 42% preferem os sites especializados em informações imobiliárias e 41% optam pelo endereço eletrônico das construtoras.

Atentas a expansão do comércio on-line, as construtoras, segundo matéria publica no caderno de economia do JT, têm usado todos os recursos possíveis na internet para ganhar espaço e fazer novos clientes.
Fonte: Inteligência Imobiliária

quinta-feira, 25 de março de 2010

Condomínio: Organização ajuda a eliminar desperdícios

Uma maneira de compensar o aumento dos gastos com as melhorias nos condomínios é analisar o orçamento para eliminar possíveis desperdícios. Para reduzir despesas, é preciso reavaliar os três gastos que mais pesam: pagamento de funcionários e contas de água e de energia elétrica.
Os salários, encargos sociais e benefícios dos funcionários representam, em média, mais de 50% do total dos gastos.
Para não desperdiçar dinheiro, o condomínio deve ter funcionários suficientes para cobrir todos os turnos e evitar horas extras, segundo Hubert Gebara, vice-presidente de condomínios do Secovi-SP (sindicato de imobiliárias e administradoras).
Quando há excesso de horas extras, uma saída é contratar um "folguista" em vez de contar com os funcionários fixos. "Reduz o pagamento de horas extras aos fixos", diz Angélica Arbex, supervisora de marketing da Lello.

A carga horária do zelador também pede atenção. "É o funcionário que tem o salário mais alto, e sua jornada de trabalho é igual à de qualquer trabalhador. Qualquer atividade que ele exerça após seu turno é computada como hora extra", ressalta Maria Lúcia Abdalla, diretora da Oma (administradora de condomínios).

Campanhas para uso racional de água e de energia elétrica ajudam a reduzir o consumo, mas o dinheiro do condômino escoa quando vazamentos não são consertados. "Válvulas de descarga antigas desperdiçam muito", afirma Cláudio Anauate, da Aabic.
Uma saída é trocar as bacias antigas por novas ou por modelos com caixa acoplada -ambos fazem a limpeza do vaso com seis litros de água. As bacias antigas usam de 9 a 12 litros a cada acionamento. Na troca, a válvula também deve ser regulada.

Cortes radicais
Quando Arly Trench, 44, assumiu a função de síndico em seu condomínio, constatou um rombo de R$ 160 mil. Para reverter o prejuízo, contratou uma empresa de auditoria, acertou férias vencidas de funcionários, demitiu um zelador que, afirma, tinha salário muito alto e fez acordos com os inadimplentes -cujo percentual caiu de 30% para 10%.
Com campanhas de uso racional da água, reduziu em 30% o valor da conta do insumo. Hoje, o valor do condomínio é de R$ 164.

No condomínio administrado pelo síndico Eduardo Bueno, 50, os moradores dispensaram a administradora, deixando de pagar os 10% ou 15% cobrados por ela nas contas condominiais.
Já no prédio em que mora, o zelador deu lugar a dois coordenadores, um no período diurno e outro no noturno. "Pagava R$ 2.000 para o zelador. Cada coordenador ganha R$ 800."
Mesmo que os valores pagos a funcionários e em contas de consumo sejam reduzidos, esse esforço nem sempre se traduz em diminuição do valor do condomínio. "Em muitos prédios, a quantia economizada é aplicada em obras ou aquisições que valorizam o imóvel", diz Abdalla.


Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 24 de março de 2010

Testamento, inventário ou doação. Qual a melhor opção financeiramente?

Ao longo da vida, alguns bens são acumulados e usufruídos por todos os familiares. No entanto, com a morte do responsável ou pela preocupação com o futuro dos filhos, é preciso planejar a sucessão dos bens.

Para que você saiba os custos destes processos, a Associação de Defesa do Consumidor Pro Teste realizou uma simulação dos processos de herança de bens. A principal conclusão do estudo realizado é de que a divisão em vida, com acordo entre os beneficiários, é a forma mais barata e simples de preparar uma sucessão em família.

Para chegar a esta conclusão, a Pro Teste simulou, em cinco grandes cidades brasileiras, a divisão de bens de um casal unido em comunhão parcial de bens, com dois filhos e patrimônio adquirido de R$ 330 mil: um apartamento (R$ 190 mil), uma casa de campo (R$ 70 mil) e dois carros (R$ 70 mil). Veja os resultados abaixo.

Inventário
Na primeira simulação realizada pela associação, o marido morreu, mas sem tomar nenhuma providência, o quer toma impossível fazer um testamento ou doação. Neste caso, mesmo sem ocorrer divergências entre os familiares, é preciso abrir um inventário, que dá direito à metade dos bens à esposa, já que o casamento é em comunhão parcial de bens, e a outra metade aos filhos.

Veja abaixo quanto este processo pode custar para o seu bolso, adicionado do ITCMD (Imposto sobre transmissão causa mortis e doação de bens, que é estadual) e dos gastos máximos com advogados.

Testamentos
Na segunda simulação, o falecido deixa um testamento que também passa pela Justiça. Neste caso, somente 25% do total dos bens (neste caso, R$ 82,5 mil) pode ser destinado a outra pessoa, além daquelas que têm direito à parte do patrimônio, previstas na legislação: mulher com 50%(devido à união parcial de bens - meação) e 25% aos filhos e pais (herdeiros necessários).

Neste caso, além dos valores de processos, advogados e impostos, ainda cobra-se o valor do cartório, onde pede-se a um tabelião que faça o testamento. Veja os valores deste processo abaixo.

Bens em vida
Na terceira situação, o casal resolveu doar os bens em vida. Isso implicou na economia de gastos com advogados, processos de inventário e com impostos. Neste caso, o maior valor encontrado foi em São Paulo (R$ 16.268,66).

Em seguida vieram a cidade do Rio de Janeiro (R$ 15.648,00), Belo Horizonte (R$ 12.298,58), Porto Alegre (R$ 11.020,00) e Salvador (R$ 7.277,00). Quando é feita a doação, é cobrado imposto de transmissão, que é estadual, e os gastos com o cartório.

Para cada caso, muita análise
Vale destacar, no entanto, que nessa pesquisa está sendo considerado apenas o aspecto custo. No entanto, é indicado que cada caso seja avaliado individualmente, até mesmo com o aconselhamento de advogado especializado no assunto, uma vez que estamos falando do seu patrimônio, e com ele não se brinca.

Fonte: InfoMoney - Flávia Furlan Nunes

segunda-feira, 22 de março de 2010

São Paulo expandirá seu sistema de metrô com ajuda do BID

O Banco Interamericano de Desenvolvimento aprovou um empréstimo de US$ 481 milhões para ajudar o estado de São Paulo, no Brasil, a expandir e modernizar sua Linha 5 (Linha Lilás) do metrô. As melhorias beneficiarão um grande número de moradores de baixa renda das áreas sul e oeste da cidade.
Em 2013, quando a linha estiver plenamente operacional, o número de passageiros da Linha Lilás aumentará mais de cinco vezes, passando de 120.000 para 644.000.
O empréstimo do BID financiará a modernização de oito trens de seis vagões já existentes para que eles alcancem os mesmos padrões operacionais dos novos trens. Financiará também a elaboração, implantação e supervisão de vários sistemas para operação dos trens, incluindo telecomunicações e eletricidade. O estado de São Paulo financiará a construção e supervisão das obras de túneis e trilhos (12 km de túneis e 11 novas estações), a compra de 26 novos trens de seis vagões e o sistema de sinalização (CBTC- controle de trens baseado em comunicações).
A extensão da Linha Lilás ligará a estação terminal atual Largo Treze à Chácara Klabin na Linha 2 (Linha Verde). Isso reduzirá em cerca de 54 minutos o tempo de deslocamento até o centro para usuários de baixa renda da zona sul da cidade. Também facilitará o acesso a oito grandes hospitais, tornando os serviços públicos básicos mais acessíveis a um grupo mais amplo da sociedade.
Além disso, a extensão deve fazer com que muitos passageiros troquem o uso de ônibus e carros particulares pelo metrô. Como resultado, a previsão é de que o número de ônibus que atendem o corredor seja reduzido de 955 para menos de 600. A extensão da Linha 5 trará benefícios ambientais significativos ao reduzir o consumo de combustível (50 milhões de litros de diesel e 70 milhões de litros de gasolina por ano) e as emissões de poluentes do ar (17.000 toneladas por ano) e dióxido de carbono (257.000 toneladas por ano).
A incorporação de sistemas digitais de sinalização e controle de tráfego ajudará a reduzir o tempo de espera entre os trens de cinco para dois minutos, possibilitando o transporte de mais usuários com maior conforto. As plataformas das estações terão portas de segurança de vidro que abrirão apenas para embarque e desembarque e as estações e trens serão equipados para atender às necessidades de passageiros deficientes. Todos os trens contarão com sistema de emergência contra incêndios, ar-condicionado e passagem livre entre os vagões.
Em 2008, o BID financiou dois projetos de transporte urbano em São Paulo. Um empréstimo de US$ 129 milhões destinou-se a melhorias na Linha 4 do metrô. O segundo empréstimo, de US$ 168 milhões, ajudou a comprar novos trens e sistemas de controle e financiou estudos técnicos para expandir o transporte público na zona sul da cidade, onde vive a maior parte da população de baixa renda.
O novo empréstimo do Banco tem prazo de 25 anos, com período de carência de 4 anos e meio e taxa de juros baseada na Libor.

Fonte: Banco Interamericano de Desenvolvimento

sexta-feira, 19 de março de 2010

Reajuste de aluguel de imóvel é negociável.

O índice de inflação normalmente usado para reajustar o valor do aluguel de imóvel, o IGP-M da FGV (Fundação Getúlio Vargas), tem registrado aumento no acumulado do ano. Mas o locatário não precisa desanimar: é possível negociar esse reajuste.

A possibilidade, no entanto, dependerá da boa vontade do dono do imóvel. O locador não é obrigado a dar descontos ou mudar o índice que está previsto no contrato. "O reajuste deve ser igual à variação do índice", explica a técnica da Fundação Procon-SP, órgão de defesa do consumidor, Renata Reis.

Seu passado te condena!
Neste caso, de acordo com Renata, vale o velho ditado "seu passado te condena". Quem sempre teve uma boa relação com o dono do imóvel, pagou o aluguel em dia e cuidou do imóvel acaba tendo maior poder de negociação.

"Hoje, a dificuldade de negociar é muito grande porque a oferta é pequena e a procura é grande, então o dono do imóvel se sente no direito de exigir valores altos. O bom comportamento é que vai pesar, a prudência com o imóvel e a pontualidade no pagamento", afirma Renata.

De acordo com Márcio Nakane, coordenador da pesquisa de outro índice de inflação, o IPC da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o mercado imobiliário está bastante aquecido no Brasil inteiro, por conta de uma renda mais alta e de um crédito mais fácil. "Há uma maior demanda por imóvel de maneira geral e acaba aumentando a demanda por aluguel também". O resultado são aluguéis mais caros.

Documente tudo!
Se a negociação der certo, é preciso formalizá-la. Muitas pessoas, por terem uma boa relação com o dono do imóvel, fazem tudo verbalmente, o que não é seguro. "No contrato, a cláusula do reajuste deve constar que a cobrança passa a ser de outra maneira", orienta a técnica do Procon-SP.

Quanto ao prazo para começar a negociar, Renata disse ser o mais indicado 90 dias antes do reajuste, para que o locatário tenha tempo de procurar uma nova opção, se não der certo a negociação, que caiba dentro do orçamento.

Para quem vai fechar o contrato de aluguel agora, uma saída é optar por outro índice de inflação. "Faça o reajuste por outro índice, o INPC, IPC, ICV. O IGP-M não é obrigatório, mas, como é o mais alto, normalmente é usado".

Reajuste menor
O reajuste deve ser igual à variação do índice de inflação. Caso venha um valor menor, nada de aproveitar a situação e pagar sem questionar o assunto. "Tem que solicitar declaração de que a imobiliária e o locador estão abrindo mão de um valor maior", afirmou Renata.

Isso porque, se for detectado e comprovado erro, é possível que seja feita cobrança futura do valor que não foi pago, com incidência de juros.

"Além disso, quando o valor for maior, o locatário deve ir à Justiça para ter o cumprimento do contrato".

Fonte: Infomoney - Flavia Furlan Nunes

quinta-feira, 18 de março de 2010

Programa Minha Casa Minha Vida 2010

O programa Minha Casa Minha Vida da Caixa Econômica Federal, tem o objetivo de facilitar a aquisição da casa, levando em conta a renda familiar para distribuir os imóveis e facilitar as condições de pagamento. O Governo Federal contribuiu com a construção de 1 milhão de casas para famílias que recebem até 10 salários mínimos por mês.
O projeto teve início em abril de 2009 e ao longo dos meses fez um grande sucesso, recebendo inscrições de pessoas de todas as partes do Brasil. A tendência é que em 2009 esse projeto assuma a mesma dimensão e contribua para gerar moradias para as famílias. Não é somente a população brasileira que ganha com o programa, ele também representa uma contribuição para o desenvolvimento do país.
O Programa Minha Casa Minha Vida 2010 mantém o mesmo propósito, construindo imóveis que não ultrapassam o valor de R$ 130 mil. Famílias que possuem uma renda de 3 a 10 salários mínimos podem se inscrever no programa e desfrutar de todas as vantagens da aquisição da casa própria.
Para que aconteça o financiamento das casas populares da Caixa, o programa investe nos seguintes benefícios:
- Renda até 3 salários mínimos: parcela equivalente a 10% do salário, sem taxa de inscrição e prestações de no mínimo 50 reais.
- Renda de 3 a 10 salários mínimos: financiamento imobiliário de 30 anos, uso do FGTS e tarifa de juros menores.
- Renda superior a 10 salários mínimos: uso do FGTS e prazo longo para o financiamento do imóvel.
Milhares de pessoas estão participando do programa habitacional Caixa e conseguindo realizar o sonho da casa própria. As melhores condições de financiamento reduzem os custos das famílias e representam uma oportunidade única no mercado para a aquisição de um imóvel.
Inscrições Minha Casa Minha Vida 2010
Para participar do Minha Casa Minha Vida 2010, as famílias devem se inscrever o quanto antes no programa. A tendência é que novamente 1 milhão de moradias sejam financiadas em 2010, ajudando famílias de todo o Brasil. O projeto tem como meta construir 184 mil unidades do programa habitacional na capital paulista. Analise as condições de contratação antes de fechar negócio e confira a cartilha de informações no site Minha Casa Minha Vida.

Fonte: www.mundodastribos.com

quarta-feira, 17 de março de 2010

Investimento em imóveis comerciais - Quais as vantagens

O interesse por imóvel combina preservação de patrimônio com busca de rentabilidade. A opção, como qualquer outro investimento, também apresenta contra-indicações, a principal delas a falta de liquidez. Como se trata de um bem de valor elevado, nem sempre quem precisa de dinheiro consegue passar o imóvel à frente rapidamente pelo preço que deseja cobrar. mas o comprador pode adotar alguns cuidados para tirar maio proveito da aplicação.

APELO COMERCIAL
o diretor da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), Luiz Paulo Pompéia, aponta vantagens no investimento em imóvel comercial, já que o retorno é maior. Enquanto o aluguel de imóvel residencial está sendo fixado em torno de 0,6% do valor de venda da unidade, o do comercial pode superar 1%, avalia. Segundo Pompéia, a opção é especialmente atraente quando a unidade adquirida está ocupada por inquilino, porque o novo proprietário contará com a entrada imediata de renda. Ele alerta, no entanto, que é importante levantar os dados cadastrais do inquilino para saber se é bom pagador, qual é o prazo do contrato, para quando está prevista a reavaliação do aluguel. De acordo com Roseli Hernandes, gerente de locação e Vendas da Lello Intermediadora de Negócios, tem aumentado o interesse pela compra de imóvel com renda, ou seja, ocupado por bom inquilino, com contrato de longo prazo, especialmente de comerciais, nos quais o retorno sobre o capital investido pode ir 0,7% a 1,3%.

Na análise do diretor da Embraesp, para quem dispõe de valores elevados, em torno de R$ 1 milhão, é bom negócio adquirir imóveis ocupados por agências bancárias, porque nesse caso há garantia de um contrato de locação por, no mínimo, dez anos. Em geral, esses imóveis são oferecidos em leilão. Ele alerta para casos em que a unidade é ofertada por determinado valor (lance mínimo) e o aluguel que o locatário vai pagar equivale a um valor fixo em reais, correspondente, por exemplo, a 1,1% do lance mínimo, o que é bom negócio. Mas, se os lances forem subindo e o imóvel for vendido por valor maior, o aluguel não corresponderá ao percentual inicial, e o negócio poderá não ser vantajoso.
Fonte: O Estado de São Paulo

segunda-feira, 15 de março de 2010

Mercado Imobiliário: Os jovens também compram.

Um novo perfil de compradores do setor do mercado imobiliário foi revelado em recente pesquisa realizada pela Caixa Econômica Federal. Os jovens brasileiros de 26 a 35 anos lideram o ranking de financiamentos da casa própria com 36%, segundo a pesquisa. A maioria desse público é formado por recém-casados e ex-universitários que estão iniciando a carreira e a independência financeira.

Somando o número de financiamentos dos últimos dez anos, a Caixa Econômica registrou mais de 1 milhão de empréstimos habitacionais em todo o Brasil, feitos por jovens com até 30 anos.

Fonte: COFECI

sexta-feira, 12 de março de 2010

Preparando seu imóvel para a venda.

Com seu imóvel devidamente avaliado e com sua venda divulgada através de um trabalho de marketing que pode abranger inclusive divulgação na Internet, vão começar as visitas de compradores.
Quando um comprador fizer a visita, ele vai olhar atentamente todos os detalhes, então, a primeira impressão que ele tiver será a mais importante.
Ele pode até decidir fechar ou não o negócio baseado nela, logo, a apresentação de seu imóvel tem de ser a melhor possível.
Essas são algumas dicas para que você melhore a aparência do imóvel gastando pouco.

Limpeza geral – Tirar a poeira, limpar e lustrar luminárias e ventiladores de teto, lavar ou limpar as cortinas.

Pintura – Uma Mão de pintura pode fazer uma grande diferença.

Piso – Limpar carpetes e/ou encerar pisos.

Organização - Organize os objetos em seus lugares, doe ou se desfaça de roupas e utensílios que você não precisa ou não usa mais.
Organize estantes, prateleiras, closets e armários embalando roupas que estiverem fora de estação.

Dobre e guarde cobertores, edredons, roupas de cama e toalhas.
Se os armários ou as sapateiras estiverem com odor de roupa guardada, espalhe saches com odor ou sabonetes para perfumar.

Estantes, prateleiras, e armários:
• Organize os objetos nas prateleiras.
• Doe os objetos, roupas e utensílios que você não precisa ou não usa mais.
• Comece a embalar os itens que você não irá precisar nos próximos meses.
• Embale todas as roupas que estão fora da estação.
• As portas dos armários devem abrir e fechar silenciosamente.

Cozinha e banheiros:
• Conserte as torneiras que pingam.
• A banheira ou hidromassagem deve funcionar perfeitamente.
• A porta do Box deve abrir e fechar suavemente.
• Limpe e lustre todos os acabamentos, puxadores, e maçanetas de metal e troque os que estiverem danificados.

Janelas, portas, espelhos e iluminação:
• As portas devem abrir e fechar silenciosamente.
• Os espelhos estar em bom estado, sem trincas ou manchas.
• Os vidros das janelas devem estar brilhando.
• Todas as lâmpadas devem estar funcionando.
• Em cantos escuros, providencie iluminação.

Deixe o potencial comprador à vontade. Ele se sentirá mais descontraído sem a presença do proprietário durante a visita.
Seguindo esses conselhos você estará fazendo o melhor para aumentar as suas chances de vender seu imóvel rápido e por um preço justo, sem gastar muito com isso.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Vendendo seu Imóvel - Avaliação

A venda de um imóvel é um momento muito importante, quando as decisões podem representar o sucesso nas negociações

Como atribuir um preço a um imóvel?
Geralmente existe uma diferença entre o preço que um proprietário aplica ao seu imóvel e o preço que ele realmente vale no mercado
Isto acontece porque o proprietário leva em conta, além do valor nominal, também o seu valor emocional, pois muitas vezes por trás de um imóvel está uma história de vida, e essa estimativa de preço pode entrar em conflito com a realidade do mercado, pois um imóvel só será vendido pelo preço que os compradores se dispuserem a pagar por ele.

E como saber o preço real de um imóvel?


Para que este preço seja determinado, os principais fatores que devem ser levados em conta são:

A data de construção do imóvel e seu estado de conservação – Se ele precisa de reforma ou não.

O preço dos imóveis similares ao seu na mesma área.


As condições da documentação do imóvel – Se existe alguma restrição quanto à venda ou financiamento.

Mas nem sempre um proprietário está disposto ou preparado para fazer este tipo de avaliação, então, para diminuir o stress na hora da negociação, contar com a ajuda de corretores profissionais é fundamental, pois eles podem dar orientação na determinação do preço de venda do seu imóvel.
Podem também providenciar a documentação necessária, assim como fazer com que ele seja mostrado aos compradores em potencial, conseguindo assim fazer a venda no menor tempo possível e pelo melhor preço.